Como a Internet das Coisas pode revolucionar o mundo digital.

Em 1964, Marshall McLuhan publicou o seu livro Understanding Media: The Extensions of Man (traduzido para o português como: Os meios de comunicação como extensões do homem).

Nesta obra, o autor mostrava como já naquela época, as pessoas utilizavam as tecnologias e dispositivos como extensões de seus próprios corpos.

Se pararmos para pensar, esse livro faz uma análise daquela época, mas pode muito bem ser interpretado como uma previsão de como as pessoas iriam agir no futuro, afinal, você se imagina vivendo sem o seu celular ou o seu computador? Não parece que falta uma parte de você quando você sai de casa e esquece o seu smartphone?

Se você se interessou pelo livro do McLuhan, você pode clicar aqui para comprar o seu ou então clique aqui e veja a prévia de algumas partes desse livro no Google Books.

Esse livro pode ter servido como inspiração para pessoas que desenvolveram inúmeras inovações que hoje em dia fazem parte do nosso cotidiano e que inspiraram a gente para escrever esse post e falar um pouco sobre a tão falada Internet of Things (IoF) a Internet das coisas em português.

Esse termo surgiu com Kevin Ashton, professor e pesquisador do famoso MIT, Massachusetts Institute of Technology. Com a intenção de pesquisar sobre sobre os dispositivos se conectam à internet, a Internet das Coisas começou com o conceito de que todos os objetos computadorizados podem estar interligados e coletar os seus dados de formas diferentes.

Algumas tecnologias e algoritmos podem fazer com que esses objetos, sintam, vejam, aprendam e se relacionem com outras tecnologias e com as pessoas, seguindo a linha do Deep Learning, que falamos aqui no blog neste post.

Essas tecnologias estão mudando muito o nosso mundo e a forma como nos relacionamos com pontos naturais do nosso cotidiano, incluindo nós mesmos, como pessoas.

A Cisco, gigante mundial no campo da tecnologia, trata a Internet das Coisas como a próxima revolução da internet, causando inúmeras revoluções menores em outros campos, como a saúde e a educação. Se você quiser ler mais sobre a visão da Cisco sobre a IoT clique aqui e leia um ótimo artigo produzido por eles.

Não só a Cisco, mas inúmeras outras empresas ligadas a tecnologia estão estudando sobre a Internet das Coisas e mais do que isso, estão desenvolvendo produtos e serviços baseados na metodologia da IoT, a Microsoft por exemplo, anunciou um sistema operacional gratuito para dispositivos que venham a trabalhar com a IoT e ajudar a divulgar e difundir essa metodologia.

Já existem tênis que se conectam com APPs dos smartphones e fazem a contagem dos passos que a pessoa dá, além da leitura do trajeto desenvolvido, isso tudo para auxiliar na manutenção da saúde e melhora do bem-estar das pessoas.

Outra utilização da Internet das Coisas é por exemplo, a leitura dos dados de quantos carros estão passando pelas rodovias e assim, indicar para os aplicativos de GPS a melhor rota para se chegar aos locais sem pegar um trânsito pesado.

Podemos falar também sobre a moda dos dispositivos vestíveis e conectados, os mais famosos são o Google Glass, que prometia revolucionar o mundo com esse óculos que poderia filmar e fotografar tudo o que a pessoa estava fazendo, porém a ideia acabou não dando certo, já que enfrentou muitos problemas relacionados com a privacidade de alguns locais e por isso, teve que voltar para as fases de análise e estudos de aplicabilidade.

O outro dispositivo vestível que podemos citar entre tantos, é o Apple Watch, que se conecta com a internet, recebe todas as suas mensagens, e-mails, receber e fazer ligações, praticamente como um smartphone, mas que também não foi o sucesso esperado, muito pelo tamanho pequeno da tela.

A cada dia, mais pessoas estão conectadas e essa tendência só vai continuar aumentando, como indica uma pesquisa da Euromonitor com as principais tendências de consumo e das pessoas para o próximo ano.

A pesquisa aponta que neste ano a Internet terá mais de 168 milhões de pessoas conectadas, maior número registrado até hoje. Você pode ver um resumo desta pesquisa clicando aqui.

Como todas as inovações que surgem, a Internet das Coisas ainda é um campo muito aberto e que está em pleno desenvolvimento, mas que ainda necessita de muito estudo e trabalho para explodir de forma mundial, ajudando a tornar o nosso mundo muito mais prático através dessas novas tecnologias.

Quer saber mais sobre tecnologia, inovação e como tudo isso torna o nosso mundo muito mais prático? Então entre em contato com a Rang através do nosso site e da nossa página no Facebook e vamos conversar.

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